Publicado em 31 de julho de 2020

Grupo de pesquisadoras da UFPR apresenta mulheres ganhadoras do Nobel e aspectos sobre suas vidas e obras

Meninas e Mulheres na Ciência marie curie

Ilustração: Reprodução Site Meninas e Mulheres na Ciência

Até o ano de 2019, foram concedidos 597 prêmio Nobel a 923 pessoas e 27 organizações. Desse total, apenas 54 vezes as mulheres foram premiadas, o que representa menos de 6%. Para discutir essa baixa representatividade feminina e abordar a obra e vida daquelas que já foram ganhadoras dessa premiação, que é uma das mais importantes do mundo, o projeto Meninas e Mulheres nas Ciências, desenvolvido por um grupo de pesquisadoras do Setor de Exatas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), está publicando uma série de textos e posts no Facebook e site meninasemulheresnascienciasufpr.blogspot.com.

Os textos já abordaram a história de Marie Curie, a primeira Mulher Cientista a ganhar um Prêmio Nobel em Química e Física, Bertha Felicie Sophie von Suttner, a primeira a ganhar um Nobel da Paz, e Selma Ottilla Lovisa Lagerlöf, escritora que lutava pela igualdade de direitos entre homens e mulheres e ganhou Nobel de Literatura.

“Almejamos que reflexões sejam suscitadas sobre os obstáculos enfrentados por nós para conquistarmos espaços sociais importantes. Ademais, é fundamental o (re)conhecimento mais profundo sobre as histórias dessas mulheres, no sentido de ampliarmos o nosso repertório sobre grandes feitos femininos e valorizarmos aquelas que abriram caminhos para as gerações futuras”, comentam em um texto do site.

VEJA TAMBÉM: Literatura afro-brasileira é foco de webclube de leitura da UFPR

A iniciativa surgiu após a viralização de um livro gratuito de passatempos sobre as cientistas mulheres no combate à pandemia de covid-19, disponível AQUI. A publicação apresenta, de forma lúdica, informações sobre o papel do grupo das cientistas brasileiras que sequenciaram o genoma do novo coronavírus. As atividades são voltadas ao público em geral, com atividades para crianças, jovens, adultos e idosos, que vão de caça-palavras e palavras-cruzadas a desenhos para colorir.

 

 

Leave A Comment