Uma costura entre a literatura e a moda

As roupas como expressão individual, mas também como retrato de um tempo na História

Tina Demarche
Era uma vez… uma princesa que, querendo ir ao baile, foi tocada com a varinha de condão de sua fada madrinha e suas roupas foram transformadas em trajes de brocado de ouro e prata incrustados de pedrarias. Ela também ganhou um par de sapatinhos de vidro, os mais lindos do mundo.
Essa é a história de Cinderela, mas o vestuário e os acessórios dos contos de fadas poderiam descrever ricamente também Branca de Neve, a Bela Adormecida, Rapunzel ou Elsa e Anna.
Os trajes, além de enriquecer as histórias, revelam muito mais: apontam a influência do cenário econômico, social e político do período em que foram contadas e escritas. Assim, como acontece nos dias de hoje, a moda já expressava nas histórias infantis os hábitos e os costumes do momento.
A consultora de imagem e personal stylist Renata Maia é desde muito jovem uma observadora atenta dos figurinos da vida real e ainda de como os autores retratam seus personagens. “Quanto mais estudava sobre literatura, mais a ‘moda literária’ chamava minha atenção”, diz ela.
Renata é também especialista em contação de histórias, artista visual e escultora. Se dedica à pesquisa e à produção de conteúdo na área de ilustração em Literatura Infantil. Seu trabalho nos leva a entender o quanto a roupa se relaciona com a expressão individual de cada pessoa e com um tempo na História.
TD – Como começou seu interesse pela moda nas histórias infantis?
RM – Acredito que aconteceu naturalmente. Eu sempre gostei de moda, sempre fui muito observadora do comportamento e do modo como as pessoas se vestiam. Durante a faculdade eu ficava no terminal urbano e enquanto esperava pelo ônibus olhava as pessoas que passavam: a senhorinha com a alça da bolsa pendurada no pescoço porque era mais seguro de não ser assaltada; o menino com o agasalho da escola amarrado na cintura e a manga arrastando no chão, entretido em algo que o colega mostrava no celular; o motorista com óculos espelhado. E sempre assistia à séries e filmes somente por causa do figurino. Certa vez meu irmão me questionou por que estava vendo determinado filme e eu respondi que gostava de ver o figurino e a maneira como as pessoas se portavam. Quando fiz a especialização em Literatura Infantil, não foi diferente. Meu olhar sempre esteve atento ao vestuário dos personagens e à forma como os autores os representavam. Quanto mais estudava sobre literatura – e depois ao me tornar consultora de imagem –, mais a “moda literária” (se dá pra dizer assim) chamava minha atenção. Foi aí que comecei a relacionar as coisas, fazer os links e estudar com o foco voltado para os trajes dos personagens.
TD – O que o modo de vestir revela a respeito dos personagens da história?
RM – A roupa tem em si uma questão muito simbólica. Relaciona-se antes com a expressão individual de cada pessoa e, então, com a necessidade de proteção do corpo. Os címbrios, povos germânicos, andavam nus sobre a neve; e os fueguinos, da Patagônia, ao receberem cobertores vermelhos dados por Darwin em uma visita à região, cortaram os cobertores em tiras para transformá-las em adornos. Portanto, uma vestimenta pode dizer muito sobre um personagem, pode revelar seus interesses, caráter e até mesmo conceitos e ideias que o envolvam. Em “Barbazul” de Anabella López, a autora comenta que pesquisou elementos, cores e texturas para compor as indumentárias dos personagens. O intuito foi de transmitir uma ideia, um conceito sobre o personagem que ultrapassava as questões materiais da própria roupa. “O Casaco de Pupa” de Elena Ferrándiz é outro livro que aborda de maneira sensível e poética a questão da roupa como construção do eu, como expressão de nossas ações, reações e sentimentos desde a tenra idade. A roupa manifesta nossa percepção de mundo e como nos relacionamos com o outro e com nós mesmos.
TD – Os cenários econômico, social, político e cultural de uma época também são manifestados por meio das vestimentas narradas?
RM – As vestimentas estão muito atreladas ao seu contexto histórico. Basta pensarmos na época dos reis e rainhas, como a corte de Luís XIV, ou ainda nas roupas hippies dos anos 60. A produção têxtil sempre foi influenciada pelos aspectos culturais e que envolvem os cenários econômico, social e político de seu tempo. No século XV, por exemplo, somente a nobreza podia vestir vermelho e determinados tecidos e modelagens. Quem ousasse vestir a cor ou tecido/modelagem incompatível com seu nível social era punido. E alguns governos, como a Prússia e a França, fizeram com que as forças armadas de seus países usassem uniformes tingidos de uma determinada cor com o intuito de salvar sua produção nacional de pigmentos naturais. Assim, as vestimentas sempre estiveram intimamente ligadas aos acontecimentos do período em que vigoravam. E a indumentária das narrativas, assim como na vida real, está em acordo com a época em que essas narrativas se situam: se for na Idade Medieval as vestimentas narradas serão referentes a essa época; se a história acontece no século XXI a indumentária será desse século. Essa é uma forma de tornar a narrativa verossímil e localizá-la em seu espaço/tempo. Falando de literatura infantil, os textos têm cada vez mais tratado de assuntos atuais e urgentes. Como a cultura afro retratada nas princesas da autora Rachel Isadora, e o rompimento da barragem em Mariana ocorrido em 2015 e retratado no livro “Um dia, um rio” de Leo Cunha e André Neves. O autor Ian Falconer retrata, de forma primorosa, a contemporaneidade em seu livro “Olívia não quer ser princesa” ao tratar da moda e seus desdobramentos como o consumismo e a massificação.
TD – Quais exemplos, de que histórias, você poderia destacar?
RM – Há muitos livros que poderiam ser citados, mas vou destacar alguns.
Olívia não quer ser princesa – Ian Falconer – Nesse livro o autor apresenta um grande dilema da personagem Olívia que é querer manter sua individualidade diante da massificação da moda. Ao perceber que toda roupa de princesa é igual, Olívia inicia uma série de questionamentos sobre a individualidade e a identidade, apresentando inclusive personalidades como Channel (uma das mais importantes estilistas de moda do século XX) e Martha Graham (bailarina que revolucionou a dança moderna), além das indumentárias de princesas da Índia, Tailândia, África e China contrapondo a ideia consolidada no imaginário coletivo da “princesa-fada” vestida de cor de rosa.
Roupa de brincar – Eliandro Rocha e Elma – Nesse texto os autores trabalham com a roupa como a expressão da alma. Quando a colorida e divertida Tia Lúcia se depara com a morte do esposo, suas roupas se tornam pretas e tristes. Mas a sobrinha traz de volta a alegria e “resgata a alma” de tia Lúcia pintando desenhos coloridos sobre suas roupas pretas.
Menina amarrotada – Aline Abreu – A roupa é a expressão de quem nós somos e de como nos sentimos. E tanto no livro “Roupa de Brincar” como em “Menina amarrotada” o enredo trata do estado de espírito expressado pelas roupas. A autora conta que quando foi ilustrar desenhou em um papel amassado, mas o título do livro é “Menina amarrotada” e não amassada. Essa imagem do “amarrotado” faz referência à roupa e transmite a ideia de tristeza. Quando nos sentimos assim podemos ficar com uma aparência desleixada, revelando o nosso estado de espírito como no caso da personagem do livro que sentia a falta do pai.
TD – Qual a importância de se descrever uma roupa em um enredo? Essa descrição estimula a imaginação do leitor?
RM – A importância da descrição da roupa dependerá da intenção do texto. Sendo o texto verbal, essa descrição poderá auxiliar no entendimento da intenção do personagem em determinada circunstância, de seu caráter, da impressão causada a seus conviveres, da época em que o personagem vive, do entendimento de determinada situação, do ambiente em que está inserido. Porém, isso pode ocorrer também no texto imagético. Com a diferença de que na imagem, apesar de ser um texto “aberto” – em que a interpretação é mais livre do que no texto verbal – os elementos da roupa, no caso, já são dados como cor, forma, textura e outros detalhes. A descrição verbal é, na minha opinião, mais impulsionadora da imaginação que a descrição imagética quando pensamos no sentido de descrição – justamente pelo fato de que na imagem muitos elementos já estão dados. Quando descrevo verbalmente, posso dizer: “a blusa que ela vestia era azul” e o leitor irá imaginar o modelo de blusa e o tom de azul que quiser; mas quando mostro a imagem eu limito essas possibilidades. Entretanto, a imagem permite uma leitura mais “aberta” do enredo, dando muito espaço para a contribuição do leitor na narrativa. Isso não quer dizer que a descrição verbal é melhor ou pior que a imagética, quer dizer apenas que são diferentes e trazem estímulos diferentes à imaginação. Quando bem trabalhadas ambas as linguagens são poderosas para impulsionar o imaginário de qualquer leitor.
TD – As joias, o tipo de tecido, de linhas bordadas ou de contas usadas, por exemplo, ajudam em que medida a dar “visibilidade” ao traje?
RM – Depende. Claro que a descrição verbal do traje pode ajudar na construção imagética do personagem, quando este já não é representado por uma imagem. Mas quando o autor situa o ambiente, por exemplo um escritório ou uma vila de pescadores, ele pode, só pelo local, proporcionar elementos suficientes para a identificação do personagem. Até porque já relacionamos determinados ambientes a certos indivíduos e como se vestem. E quando o personagem não pertence ou não está vestido de acordo com determinado ambiente, aí sim, o autor acaba por descrever seus trajes. Em relação à “visibilidade” enquanto visualização da peça pelo leitor, isso dependerá de cada indivíduo e de seu repertório imagético. Algumas pessoas têm mais facilidade para “ver” o que é dito, outras nem tanto. Em qualquer uma das situações os detalhes descritos podem auxiliar nessa visualização. Entretanto, se a descrição for detalhada demais o que pode ocorrer é que não haverá espaço necessário para que o leitor crie a imagem mentalmente.
TD – As descrições dos trajes nos contos de fadas abrangiam igualmente personagens femininos e masculinos?
RM – Acredito que mais que a descrição, ao longo da história podemos ver a supervaloração da vestimenta feminina, em relação à masculina, sempre relacionado a um ideal de beleza que toda mulher deve alcançar para ser feliz ou bem-sucedida. No século XVIII, a vestimenta masculina era muito mais elaborada que a feminina. Houve ainda um período em que o vermelho/rosa eram cores utilizadas para os meninos porque representavam força e vigor, enquanto o azul, referente ao manto da virgem Maria, seria a cor das meninas, o que demonstra o quanto os conceitos foram modificados. Com o tempo, a vestimenta masculina foi ficando cada vez mais austera e sóbria; e cuidados excessivos com a imagem masculina não eram bem-vistos, pois o homem deveria se preocupar apenas com seu trabalho. Portanto, mesmo que haja uma descrição mais detalhada de um traje masculino ela sempre está atrelada ao poder ou à falta dele (como a roupa dos heróis). Normalmente, não nos atemos a esses conceitos por uma crença coletiva de que o traje masculino não é tão importante. Não que os homens não sintam a cobrança de sua aparência diante de determinadas situações, mas para a mulher, essa cobrança é proporcionalmente superior e a vestimenta feminina está sempre em julgamento até hoje.
TD – É possível dizer que as roupas ajudam a contar a história?
RM – Sim. A indumentária enriquece a história e pode, inclusive, ser personagem da narrativa. Em “O cachecol que sempre ficava mais comprido” de Klaus-Peter Wolf, Bettina Göschi e Maria Blazejovsky, o acessório de vestuário é o personagem que gera toda a problemática da narrativa; ainda que ele seja usado como metáfora. No conto “O sol e o vento” de Julia Alba e Taline Schubach, a disputa dos dois fenômenos naturais se dá em torno de um casaco. Quem conseguir fazer o dono do traje tirá-lo primeiro é o vencedor. Sem o casaco a história não faria sentido. Em “Bárbaro” de Renato Moriconi, a indumentária é fundamental, pois o texto é totalmente imagético. O autor relata que usou o clichê do que se entende por bárbaro com o propósito de comunicar rapidamente a mensagem sem margem para dúvidas – a fim de não prejudicar a narrativa. Se ele houvesse seguido à risca a indumentária de um verdadeiro bárbaro poderia correr o risco dos leitores não reconhecerem o personagem como tal. Portanto, foi fundamental que as roupas expressassem claramente quem ele era. No caso, um bárbaro.
TD – Suas pesquisas se voltaram mais aos contos de fadas?
RM – Minha pesquisa é voltada para a literatura infantil como um todo e não apenas aos contos de fadas, pois o objetivo é verificar como o vestuário, nas histórias infantis, transmite conceitos e ideias de um determinado personagem ou época. É possível verificar que os conceitos de moda construídos ao longo do tempo impactam a criança, apesar de sempre ter sido negligenciada em diferentes áreas, inclusive na moda. Os contos de fada, por exemplo, trazem a imagem da princesa do século XVIII, quando as mulheres são em sua grande maioria brancas e usam vestidos enormes. Até hoje essas referências são bastante fortes no imaginário infantil. Lembro do relato de uma professora que ao apresentar o livro “Rapunzel”, de Rachel Isadora, enfrentou forte resistência das crianças para aceitarem a princesa com características diferentes das “clássicas” mostradas na grande maioria dos livros infantis e nos filmes disneyanos. Atualmente podemos encontrar recursos para romper esses padrões, não apenas na literatura, mas no cinema e em diversos outros segmentos, respeitando a diversidade, as diferenças de corpos e a forma de se expressar de cada um. E como consultora, acredito que a consultoria de imagem é um desses recursos, uma poderosa ferramenta para desconstruir esses conceitos tão arraigados e resgatar o autorrespeito e a valorização da individualidade.
TD – Na sua opinião, a rica descrição de personagens a partir dos trajes ainda acontece atualmente pela narrativa verbal? Ou hoje essa descrição fica mais ao encargo da narrativa visual?
RM – Acredito que isso depende muito do estilo de escrita do autor. Entretanto, com os recursos tecnológicos que temos hoje, a narrativa visual ganhou grande destaque nas produções literárias, especialmente na literatura infantil. Isso acaba, naturalmente, por eliminar muito da descrição nas narrativas verbais. Não faz sentido dizer que um vestido é verde ao lado de uma ilustração do vestido verde, isso seria redundante e empobreceria a narrativa. Em “Rosalva, mãos de fada” de Celso Sisto e André Neves, há uma descrição verbal dos bordados e peças feitas por Rosalva, mas ainda assim é uma “descrição aberta” por assim dizer, que dá muito espaço para a imaginação do leitor e para o complemento das imagens de André Neves. Jutta Bauer em “O anjo da guarda do avô” revela a barbárie do regime nazista no traje de Samuel, amigo do avô na infância, e que traz em seu casaco a estrela de Davi amarela – obrigatória nas roupas dos judeus. A conclusão é que a descrição das vestimentas, seja verbal ou visual, deve ser o suficiente para auxiliar na compreensão do personagem e seu contexto, mas dando margem para o imaginário do leitor.
TD – Se de um lado a literatura nos chama a atenção para a moda, o caminho inverso também é realidade, eventualmente. O estilista Ronaldo Fraga já levou os escritores João Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade para as passarelas. Como você avalia isso?
RM – A literatura e a moda são áreas que se inter-relacionam. Especialmente se levarmos em consideração que a moda não está apenas no vestuário, mas se apresenta em tudo que é produzido pelo homem e consequentemente em sua história. Os desfiles de Ronaldo Fraga comprovam que moda e literatura tratam de narrativas, de construção de um enredo, de uma história. Ambas lidam com o tempo e, por isso, devem carregar a contemporaneidade em suas construções. Um exemplo de quanto isso é esperado é o desfile Outono-Inverno 2020-2021 da Dior, que trouxe a temática da mitologia grega com modelos brancas, magras e submissas – o que causou sérias críticas porque não condiz com o tempo em que vivemos e os conceitos sobre a mulher da atualidade. Já a literatura de Guimarães Rosa e Drummond são atemporais e conversam com a contemporaneidade – e foi um dos motivos da escolha para o tema dos desfiles, como colocado pelo próprio Ronaldo Fraga.

EU INDICO


Moda, Uma História para Crianças. Um livro que aborda o jeito de vestir das pessoas desde a pré-história até os dias atuais. Foi escrito pela artista visual Katia Canton e então impresso a partir de um original elaborado totalmente a mão, com ilustrações e colagens de Luciana Schiller, e com bordados e costura de Anete Miyazaki, pela Cosac Naify.

QUEM INDICA O QUÊ

Pisciano, amante das artes, dos mares, do sol, da lua e da essência positiva do ser humano, viajante por natureza. Cresceu brincando, lendo, viajando e por vezes se apaixonando por pessoas incríveis e (sempre) pela música e pelos esportes. Tudo é muito intenso com Edson Costa. Depois de muito futebol e skate decidiu voar de asa delta e descobriu no voo livre o mesmo amor e paz que tem pela música e pela vida. Saiu de Curitiba em busca de um lugar para a alma e escolheu (ou foi escolhido?) morar no litoral de SC onde trabalhou, se apaixonou, casou. Tem um casal de filhos maravilhosos! É engenheiro civil e, por paixão, formado em Música. Continua recomeçando e reconstruindo a vida, pois assim é que tem que ser. Edson indica o livro Yellow Submarine, dos Beatles, a banda inglesa mais famosa do universo, ilustrado por Heinz Edelmann.

“Embora toda obra de arte deva ser compreendida através do contexto em que foi produzida, muitas delas tornam-se atemporais. Mesmo assim, com filhos em intervalo de oito anos as vivências, obviamente, foram diferentes. Quando apresentei à minha filha mais velha a versão literária de Yellow Submarine dos Beatles, a atração foi imediata. A ludicidade da obra permitiu que sua imaginação corresse solta. Seus questionamentos sobre a obra e seus personagens tenho guardados na memória: ‘Os azuis são malvados?’; ‘Os Beatles ainda existem?’; ‘Como estão no livro?’
Além dessa obra tê-la levado (e a mim também!) a um mundo imaginário, desenvolvendo sua imaginação e criatividade, também foi importante no sentido de despertar o interesse dela pela arte e descobrir sua importância.
Hoje aos 22 anos, depois de ter chorado copiosamente em um show do Paul McCartney, ela se formou em Cinema, trabalha com produção e, como não poderia deixar de ser, é uma pessoa diferente. Radiante!”
 

Tina Demarche é jornalista, apaixonada por literatura infantil e metida a escritora. Também gosta de crianças, animais e plantas. Sonha com um mundo sem fronteiras, como o mundo da imaginação. E-mail de contato: tinademarche@yahoo.com.br

 
 

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